segunda-feira, 30 de abril de 2012

O homem da cabeça de papelão - Carlos Canela




Sou mega fã desse conto, acho ele fantástico. No conto é narrada a história de Antenor, um homem que possuía uma cabeça incrível, porém era considerado doido e sofria rejeição por parte do povo da cidade do sol, o motivo era pelo fato de ser demasiadamente bom, verdadeiro, sincero, honesto e trabalhador. Porém, Antenor abriu mão de sua cabeça para fazer a vontade de uma mulher pela qual havia se apaixonado e para ser aceito pela sociedade. Trocou-a por uma cabeça de papelão e a partir de então ganhou inúmeros amigos, prestígio, fama e dinheiro, utilizando meios ilícitos e sendo o que não era. Antenor não pensava. Antenor agia como os outros. Queria ganhar. Explorava, adulava, falsificava.” Esse conto me faz refletir bastante. Quantos preferem ter uma cabeça de papelão? Quantos preferem abrir mão de ser o que é para ser o que agrada os outros, para ter prestígio e espaço na sociedade? Quantos abrirão mão de uma cabeça incomum, desusada, que saiba pensar de forma sensata, para ser igual aos outros, para fazer igual aos outros? Não quero ser igual a todo mundo! Por mais que isso traga consequências negativas, por mais que alguns se afastem de mim, jamais deixarei de ser o que sou, jamais deixarei de lado meus princípios.







domingo, 29 de abril de 2012

Frases

"Já que não tenho o dom de modificar uma pessoa, vou modificar aquilo que eu posso: O meu jeito de olhar para ela!" 
                                                                                                                                         
                                                                                                         Pe. Fábio de Melo

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Julgando as aparências




Porque insistimos nesse erro de julgar as pessoas pela aparência? Tudo bem, seria uma hipocrisia minha falar que é impossível não julgar alguém ou algo pelo que aparenta ser. No entanto, a aparência não revela o que as pessoas são na realidade ou mesmo o seu verdadeiro valor. Deus julga pela fé e pelo caráter, não pela aparência. Por que Jesus era considerado amigo de pecadores? Porque ele andava com prostitutas, ladrões e cobradores de impostos. Evidentemente não era de acordo com os erros e defeitos dessas pessoas, ele utilizava sua infinita sabedoria para lidar com elas, fazer com que enxergassem as falhas que cometiam e tivessem uma mudança de vida. E nós temos a obrigação de fazer o mesmo, obviamente sem seguir o mesmo caminho deles. Basta apenas usar o bom-senso. Não suporto o “farisaísmo”, geralmente as pessoas que se acham “santas” possuem um coração duro, acham que são melhores que os outros, não podem “se misturar” com qualquer pessoa impura. Sinceramente, considero essa atitude tão suja quanto a do outro, na verdade acho pior. Pois essas pessoas estão mais preocupadas com sua aparência de santidade do que em ajudar as pessoas a mudarem de vida, mais preocupadas com o exterior respeitável do que com a ajuda na prática. Agora pergunto, que tipo de cristianismo é esse? Viver isolado no seu “mundinho santo”? Seu mundinho “gospi”.  Cristianismo não é um concurso de popularidade aparentemente santa.

Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. (Mateus 15:8)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O aborto de enencéfalos é crime e assassinato


O UOL publicou que os Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) devem decidir hoje (11) se o aborto de anencéfalos – fetos com ausência total ou parcial do cérebro – pode ou não ser considerado crime.
A ação chegou ao STF em 2004, por sugestão da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS). A entidade defende o aborto quando há má formação cerebral sem chance de longa sobrevivência para a criança. Para grupos religiosos, incluindo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o princípio mais importante é o de que a vida deve se encerrar apenas de forma natural.
O que é anencefalia?
A anencefalia causada por um defeito no fechamento do tubo neural (estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal). Ela pode surgir entre o 21º e o 26º dia de gestação. O diagnóstico é feito no pré-natal, a partir de 12 semanas de gestação, inicialmente por meio de ultrassonografia. Entidades médicas afirmam que o Brasil tem aproximadamente um caso para cada 700 bebês nascidos.
A grande maioria das crianças que nascem sem cérebro morrem instantes depois. Além de carregar no útero um bebê fadado a viver possivelmente por alguns minutos, as mães ainda têm de lidar com a burocracia de registrar o nascimento e o óbito no mesmo dia. Alguns juízes já autorizaram abortos desse tipo. O advogado da CNTS na ação, Luis Roberto Barroso, classifica a gravidez de anencéfalos de “tortura com a mãe”.
Os críticos do aborto de bebês nessa situação citam um caso de 2008 em Patrocínio Paulista, interior de São Paulo. Marcela de Jesus Ferreira sobreviveu um ano e oito meses porque a ausência de cérebro não era total e porque sua mãe, Cacilda Galante Ferrari, se recusou a interromper a gravidez.
Caro leitor, eu sou contra a qualquer tipo de aborto. Como já escrevi inúmeras vezes creio que o aborto é um crime hediondo. Abortar é tirar a vida de um ser humano, visto que a Bíblia ensina que a vida começa na concepção. Deus nos forma quando estamos ainda no ventre da nossa mãe (“Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe.” Sl 139.13). O profeta Jeremias e o apóstolo Paulo foram chamados por Deus antes deles terem nascido (“Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações.” (Jr 1.5); “Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo.” (Gl 1.15)
Vale a pena ressaltar que à luz da ciência e da Bíblia, uma criança não nascida é um ser completamente formado, no sentido que toda a informação genética já foi recebida no momento da concepção. Uma criança não nascida é uma pessoa completamente distinta da sua mãe. O bebê desenvolve todas as suas características humanas quando está no ventre. Os cromossomos de uma criança não nascida são únicos. Toda pessoa é uma criação singular de Deus. Jamais voltará a vida de uma criança não nascida tirada por um aborto, isto posto, abortar a vida de uma criança é desobedecer descaradamente o 6º mandamento.
É o que penso!
Renato Vargens

domingo, 8 de abril de 2012

Imagem da semana


04/04 - Um aposentado grego de 77 anos disparou um tiro na própria cabeça ao lado de uma árvore situada em frente ao Parlamento da Grécia. Ele estava com muitas dívidas e, segundo uma funcionária da limpeza da prefeitura, ele disse que não queria deixar dívidas para os filhos.



Fonte: Msn Notícias

Verdades e mitos sobre a páscoa

Por Augustus Nicodemus Lopes
Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.
A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.
Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração de uma delas em Jerusalém. Sua ressurreição ocorreu no domingo de manhã cedo, após o sábado pascoal. Como sua morte quase que certamente aconteceu na sexta-feira (há quem defenda a quarta-feira), a “sexta da paixão” entrou no calendário litúrgico cristão durante a idade média como dia santo.
Na quinta-feira à noite, antes de ser traído, enquanto Jesus, como todos os demais judeus, comia o cordeiro pascoal com seus discípulos em Jerusalém, determinou que os discípulos passassem a comer, não mais a páscoa, mas a comer pão e tomar vinho em memória dele. Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz.
Portanto, cristãos não celebram a páscoa, que é uma festa judaica. Para nós, era simbólica do sacrifício de Jesus, o cordeiro de Deus, cujo sangue impede que o anjo da morte nos destrua eternamente. Os cristãos comem pão e bebem vinho em memória de Cristo, e isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo.
A Páscoa, também, não é dia santo para nós. Para os cristãos há apenas um dia que poderia ser chamado de santo – o domingo, pois foi num domingo que Jesus ressuscitou de entre os mortos. O foco dos eventos acontecidos com Jesus durante a semana da Páscoa em Jerusalém é sua ressurreição no domingo de manhã. Se ele não tivesse ressuscitado sua morte teria sido em vão. Seu resgate de entre os mortos comprova que Ele era o Filho de Deus e que sua morte tem poder para perdoar os pecados dos que nele creem.
Por fim, coelhos, ovos e outros apetrechos populares foram acrescentados ao evento da Páscoa pela crendice e superstição populares. Nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.
Em termos práticos, os cristãos podem tomar as seguintes atitudes para com as celebrações da Páscoa tão populares em nosso país: (1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião; (2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira; (3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.
Eu opto por esta última.
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Em meio a tanto tradicionalismo que envolve a "semana santa", meu desejo sincero é que essa lembrança não surja apenas uma vez no ano. Não é a semana que tem que ser santa, nós é que devemos buscar a santidade todas as semanas do ano. Não é deixando de comer carne ou fazendo abstinência que fará alguma diferença, isso são tradições humanas. Tradição religiosa, apenas isso. ("O Reino de Deus não tem a ver com o que vai para o estômago, entendam isso! Tem a ver com o que Deus faz com a sua vida, quando ele a conserta e completa sua obra com alegria. Nossa tarefa é servi a Cristo com sinceridade." Romanos 14:17)  A lembrança da maior prova de amor deve permanecer viva em nossa memória todos os dias, devemos agradecer, obedecer, servir, amar e sermos eternos imitadores do  homem que se entregou a própria morte para que nós pudéssemos ter acesso ao pai. JESUS! 





Santa Cruz


Todos os pecados os meus e os seus foram cravados no madeiro
Pois Jesus com seu sangue nos lavou
Ele se fez cordeiro e recebeu as dores que nos foram impostas
E na cruz com amor nos libertou

Ele desceu de sua realeza para se fazer sacrifício por nós
Se aniquilou e se entregou
E como ovelha muda ao matadouro
Não murmurou, não reclamou por nada
E decidido pelas nossas vidas
Obediente foi até a morte de cruz
Oh! Santa cruz! Bendita cruz!

Bendita seja a cruz! O amor por ela se revelou.
Nós somos a Igreja da cruz, por isso a exaltamos Senhor.
Não existe mais barreira entre nós, por ela o véu do templo rasgou.
O Céu está aberto pra nós, o que era pecado agora é graça sem fim.



domingo, 1 de abril de 2012

Sem tempo ruim: Eliseu



A vida me deu a honra de conhecer em 2010 o Eliseu, um cara do Guiné Bissau, foram poucos dias de convivência, não tive mais contato com ele. Porém, cada minuto ao seu lado foi didático para mim, muitas perguntas surgiram em minha cabeça. Nunca vi alguém tão alegre como o Eliseu, eu era contaminada com aquela alegria, poderia estar em um dia triste e conturbado, ao lado dele era transformado no melhor. Tratava todas as pessoas com imenso carinho, tinha um coração puro. Eu simplesmente não conseguia entender aquilo. Nós temos uma casa para morar, temos uma cama para dormir, nos alimentamos todos os dias, temos roupa, temos nossos momentos de lazer e mesmo assim não paramos de murmurar, reclamamos com tão pouco. Deixamos que coisas fúteis sejam suficientes para roubar nossa alegria, tratamos o próximo com frieza, com desprezo, com desdém. Claro que Eliseu não vivia em condições deploráveis em seu país, mas presenciou a situação. Eliseu me ensinou a valorizar ainda mais as pequenas coisas da vida, valorizar os momentos em que estou com alguém que amo, me ensinou a não murmurar com coisas fúteis, me ensinou a não deixar que minha alegria seja roubada por pouco, me ensinou a amar mais, a abraçar mais, a sorrir mais, a ser mais carinhosa, a ser mais gentil. Poxa! Foram inúmeras lições. Espero que sirva de exemplo para nós, assim como foi para mim. Que tal refletir um pouco a respeito?

"A prova mais clara de sabedoria é uma alegria constante." (Michel de Montaigne)