Sou mega fã desse conto, acho ele
fantástico. No conto é narrada a história de Antenor, um homem que possuía uma
cabeça incrível, porém era considerado doido e sofria rejeição por parte do
povo da cidade do sol, o motivo era pelo fato de ser demasiadamente bom,
verdadeiro, sincero, honesto e trabalhador. Porém, Antenor abriu mão de sua
cabeça para fazer a vontade de uma mulher pela qual havia se apaixonado e para
ser aceito pela sociedade. Trocou-a por uma cabeça de papelão e a partir de então
ganhou inúmeros amigos, prestígio, fama e dinheiro, utilizando meios ilícitos e
sendo o que não era. “Antenor não
pensava. Antenor agia como os outros. Queria ganhar. Explorava, adulava,
falsificava.” Esse conto me faz refletir bastante. Quantos preferem ter
uma cabeça de papelão? Quantos preferem abrir mão de ser o que é para ser o que
agrada os outros, para ter prestígio e espaço na sociedade? Quantos abrirão mão
de uma cabeça incomum, desusada, que saiba pensar de forma sensata, para ser
igual aos outros, para fazer igual aos outros? Não quero ser igual a todo
mundo! Por mais que isso traga consequências negativas, por mais que alguns se
afastem de mim, jamais deixarei de ser o que sou, jamais deixarei de lado meus
princípios.
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