segunda-feira, 30 de abril de 2012

O homem da cabeça de papelão - Carlos Canela




Sou mega fã desse conto, acho ele fantástico. No conto é narrada a história de Antenor, um homem que possuía uma cabeça incrível, porém era considerado doido e sofria rejeição por parte do povo da cidade do sol, o motivo era pelo fato de ser demasiadamente bom, verdadeiro, sincero, honesto e trabalhador. Porém, Antenor abriu mão de sua cabeça para fazer a vontade de uma mulher pela qual havia se apaixonado e para ser aceito pela sociedade. Trocou-a por uma cabeça de papelão e a partir de então ganhou inúmeros amigos, prestígio, fama e dinheiro, utilizando meios ilícitos e sendo o que não era. Antenor não pensava. Antenor agia como os outros. Queria ganhar. Explorava, adulava, falsificava.” Esse conto me faz refletir bastante. Quantos preferem ter uma cabeça de papelão? Quantos preferem abrir mão de ser o que é para ser o que agrada os outros, para ter prestígio e espaço na sociedade? Quantos abrirão mão de uma cabeça incomum, desusada, que saiba pensar de forma sensata, para ser igual aos outros, para fazer igual aos outros? Não quero ser igual a todo mundo! Por mais que isso traga consequências negativas, por mais que alguns se afastem de mim, jamais deixarei de ser o que sou, jamais deixarei de lado meus princípios.







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